Três meses após mudança de local, santanenses pedem definição sobre Estação Rodoviária



No decorrer dos últimos dias, a comunidade de Santana do Livramento se viu novamente pedindo respostas do poder público e das autoridades no que diz respeito a Estação Rodoviária de Santana do Livramento.


Santanense fizeram postagens com a nova faixa que identifica o local que funciona provisoriamente na garagem da empresa Ouro e Prata, e até mesmo fizeram desabafos sobre a estrutura do local para atendimento da comunidade.


No dia 15 de março, a Estação Rodoviária de Santana do Livramento deixou de funcionar na área central do município, passando a operar em um endereço na Av. Daltro Filho, próximo ao trevo da URCAMP.


Naquele momento, representantes da empresa Stradale, ganhadora da licitação, afirmaram que o local atenderia a comunidade provisoriamente até a construção de uma nova estação rodoviária definitiva.


Porém, após uma fiscalização dos Vereadores, notificação de falta de alvarás por parte da Prefeitura Municipal e reclamações da comunidade, a estação Rodoviária passou a atender provisoriamente na garagem da empresa Ouro e Prata, com a promessa de que o antigo local provisório, passaria pelas reformas cabíveis.


Por volta de três meses após essas mudanças, muitos santanenses se questionam sobre a situação, visto que no local somente recebeu uma pintura. O Vereador Romario Paz fez uso da tribuna nesta terça-feira (21), e falou sobre a situação.


"Na manhã da última segunda-Feira (20), utilizei a tribuna da Câmara de Vereadores para manifestar minha indignação a respeito do nosso transporte intermunicipal, que, além de não existir uma Rodoviária Municipal com uma devida infraestrutura, o atual local de embarque e desembarque vem causando inúmeros transtornos aos passageiros, como o atraso dos ônibus e a baixa temperatura para suportar em local inadequado", afirmou Romario.


Em outra postagem, o Vereador Enrique Civeira cobrou uma resposta do judiciário, afirmando que uma ação popular foi protocolada há mais de 45 dias. "Gastar diária a toa. Mas o judiciário tem também que nos dar uma resposta mais de 45 dias protocolada uma ação popular com pedido de liminar e nada.", respondeu ele em uma postagem.


Fotos: Igor Quevedo | Sentinela 24H



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