Fechamento de fronteiras: Entenda como fica a situação de Livramento e Rivera



No último domingo (20) o Ministro do Interior e o Ministro da Defesa, respectivamente Jorge Larrañaga e Javier García, anunciaram em coletiva como serão realizados os controles para o não ingresso de estrangeiros em solo uruguaio.


A medida foi anunciada devido ao crescimento de casos confirmados e ativos, no Uruguai. Segundo eles informaram, haverá um reforço da Polícia e mais de 500 militares do exército, entre as Fronteiras com o Brasil e a Argentina. Essa decisão entra em vigor nesta segunda-feira (21), junto com a modificação do artigo 38 da lei 19.932, que proíbe aglomerações em espaços públicos ou privados.


Esta última, ficará a cargo dos Centros de Coordenação de Emergência Departamentais, a fiscalização e aplicação de multas.


As fronteiras permanecerão fechadas com exceção somente para o transporte comercial, de cargas e correios, e para a ajuda humanitária. Serão 25 postos de controle, sendo 15 na fronteira com o Brasil e 10 na com a Argentina, afirmou García.


O Ministro da Defesa afirmou que são medidas que não são tomadas com alegria, porém com o intuito de preservar os direitos sagradas a vida e a saúde. Em casos de fronteira seca, como em Santana do Livramento e Rivera, o governo sabe da existência da 'Binacionalidade", e que essa realidade irá valer somente para o território dentro da cidade, sendo que estrangeiros não vão poder passar mais além dos postos da Polícia Caminera, ou seja, além da área urbana de Rivera. As empresas de transporte coletivo devem solicitar documento com identidade para emitir as passagens, e para aqueles uruguaios que residam fora do país, será realizado um controle e cruzamento de dados com a imigração. Voos partículas de ingresso ao país e embarcações que cheguem desde outros países, também estão proibidas.


Foto: Lucas Bichinque | Sentinela 24H

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