Entre Vírgulas: De lagarta à borboleta



Eu pergunto: Qual seria a sua idade? Todo o ano assopramos mais uma velinha e/ou para os mais velhos, uma tocha. Temos que ter senso de humor quando vamos envelhecendo, rir mais, brincar e sorrir.


Qual a importância da nossa idade? Se é 10, 15, 20, 50, 60... O que temos dentro de nós é a liberdade de ser aquilo que "sentimos".


Sentimos que somos eternas crianças. Adolescentes impulsivos e cheios de sonhos. Mães e pais no aconchego dos filhos. Somos a soma dos anos vividos, da bagagem conquistada, da experiência adquirida.


Números? O que importa! A cronologia não está neles e sim nas lágrimas que derramamos e nos sorrisos que damos. É isso que faz de nós o que somos. Com todas as cicatrizes e alegrias também!


Sentimos a paz, a tranquilidade e a doçura da vida. Nossa relação com o passado é pacífica e com o presente é plena. Sentimos paz com nossas vivências ainda que tenham nos causado dor na alma.


Somos uma mistura de tantos anos bem vividos e aproveitados. A medida que envelhecemos e amadurecemos buscamos a essência e não a aparência. Buscamos estar mais perto da plenitude. "Gratidão" é a palavra que nos define. Amar a vida que Deus nos deu.


Aqueles que tem o prazer de envelhecer sorrindo, reverenciando e amando as belezas da vida, compreendendo com os olhos da alma que tudo é passageiro...


Esses, sim, são vitoriosos!

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