Elliezer Garcez, o Sentinela que se tornou Policial Militar

Na tarde desta terça-feira (22), a equipe do Sentinela24h conversou com Eliezer Garcez que é Policial Militar, mas já trabalhou como repórter no Sentinela24h. Ele conta que em outubro de 2018 havia saído de uma empresa de notícias que trabalhou por 4 anos e 6 meses, na cidade de Dom Pedrito. Como já conhecia o repórter Ralph Quevedo de algumas reportagens regionais e também pela troca de informações que obtinham por trabalharem na área do jornalismo, ele acabou sendo chamado para trabalhar no Sentinela no período de outubro de 2018 até abril de 2019, juntamente com o seu primo e também repórter Gabriel Bueno, que naquele momento também estava desempregado.


Eliezer fala que não pretendia voltar a trabalhar na área do jornalismo, porém como gostou do projeto que foi oferecido a ele, acabou aceitando. Ele trabalhou no sentinela por poucos meses, mas que no pouco tempo que esteve na empresa conseguiu mostrar o seu trabalho e obteve um grande crescimento em Dom Pedrito. Quanto aos momentos marcantes que passou ele diz que foram vários, mas princialmente o melhor foi ver o crescimento gigantesco e a proporção que o Sentinela tomou na região em pouco tempo, sendo bastante satisfatório saber que contribuiu com este processo.


Foi perguntado a ele como foi ingressar na BM após ter trabalhado na área de notícias policiais, Eliezer conta que em 2017 havia prestado o concurso para a Brigada Militar e fez justamente pelo fato de ter trabalhado como repórter, acompanhando as ocorrências e operações policiais, tendo grande parceria com os órgãos de segurança pública (Brigada Militar e Policia Civil).


"Vi no curso uma oportunidade de ajudar as pessoas de um outra forma. Antes ajudava através do jornalismo, com campanhas solidárias e contando histórias, mas hoje posso ajudar protegendo a sociedade, mesmo com risco da própria vida" comenta.


A respeito de poder ver sua profissão de outra forma, ele conta que foi algo totalmente diferente, mas acima de tudo bastante gratificante, poder ter a satisfação de chamar de colegas quem antigamente ele apenas contava histórias.


Foto: Arquivo Pessoal | Sentinela24H




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