Desenhista santanense tem trabalho reconhecido nacionalmente



Durante os três anos em que o Sentinela esteve atuando na Fronteira da Paz, centenas de hisórias de santanenses que se destacam em suas áreas foram contadas pela nossa equipe. Hoje, você vai conhecer um pouco mais do desenhista e tatuador Donizette Machado Ferrão, de 29 anos.


Desde seus quatros anos de idade, Donizette sempre gostou dos desenhos. Inspirado através das aulas de arte, o artista iniciou na carreira fazendo retratos das pessoas de perfil, e sempre manteve como um passatempo. Logo na sua adolescencia, o santanense percebia cada vez mais seu potencial, porém nunca investiu na carreira, fazendo somente poucas encomendas por valores considerados por ele satisfatórios.


Após servir por sete anos no exercito, durante esse tempo fazendo qualquer tipo de arte, desenhos e pinturas de prédios, o santanense trabalhou com a pintura de fachadas de alguns estabelecimentos comerciais da cidade após sua baixa, ficando na sequência um ano afastado dos desenhos. Hoje em dia, além de desenhista e tatuador, Donizette também é barbeiro, e concilia da melhor maneira possível as três funções. ''Pensei, quero trabalhar para mim, ter uma renda própria'', e foi quando o sartista realizou um curso de barbeiro, e permanece na profissão já a 1 ano e 4 meses.


Na ramo da tatuagem, começou faz cerca de oito meses, por incentivo de um amigo. ''Sempre fui um amante da tatuagem, mas nunca tive a coragem de dar a cara a bater por que desenhar em uma folha não é desenhar na pele'', declarou ele. Mas logo, aos poucos foi ganhando confiança e hoje já se destaca na profissão também.


O desenhista que hoje, além do meio tradicional também faz desenhos digitais através do seu celular e os posta nas suas redes sociais, conheceu através do Instagram um outro artista chamado Juninho Desenhos, um grande desenhista que criou um grupo de WhatsApp onde Donizette e outros trocam ideias, publicam trabalhos e de onde surgiu a ideia de organizar um evento no meio do Brasil, para que esses artistas se encontrem e exponham seu trabalho, além de realizar uma grande troca de conhecimento.


''De todos que estão no grupo, eu sou um dos que faz um trabalho diferente, sou o único que desenha no celular. Tem alguns que fazem desenhos digitais, porém usando canetas digitais e computadores, não assim como eu faço'', declarou o santanense.


Fotos: Ralph Quevedo | Sentinela 24H




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