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Viúva de Baiano teme pela vida dela e da filha e tenta voltar a Fronteira da Paz


Poucos dias após ter seu marido brutalmente assassinado em Santa Catarina, a viúva de Baiano só deseja voltar para próximo de seus familiares, junto com a filha de 9 anos do casal.

Com medo de retaliações, principalmente por sua filha, Lucia pede ajuda para poder arcar com os custos de viagem desde Blumenau até Livramento. Já contando com a ajuda de sua amiga Marcia, ela pede a colaboração da comunidade.

Chegando na cidade, ela pretende ir para Paysandú, no Uruguay, onde tem mãe e família.

Abaixo seguem os dados da conta, para ajudar nos custos das passagens:

Banco Santander

Agência: 3059

Conta: 1010728-8

Nome: Marcia Krambeck

Entenda o caso:

Um homem foi morto com cinco tiros a queima roupa, em Blumenau. O homicídio aconteceu na Rua Antônio Zendron, no bairro Valparaíso, Distrito do Garcia, neste sábado (23).

A identidade da vítima ainda não foi divulgada. Testemunhas afirmaram que dois homens discutiam na rua e, em seguida, os disparos foram efetuados. Um homem teria gritado “não fui eu” antes do crime.

O autor teria fugido em uma motocicleta prata em direção à Rua Amazonas. As imagens das câmeras de vigilância serão analisadas para tentar identificar o assassino.

O Corpo de Bombeiros, o Samu e a Polícia Militar foram acionados para esta ocorrência.

A vítima do homicídio era o cuidador de carros Jonas Motta de Almeida, 32 anos, conhecido como "Baiano". Jonas cuidava carros na frente da Casa de Cultura Ivo Caggiani, em Santana do Livramento. O brutal assassinato ocorreu no sábado em Blumenau, cidade para onde tinha se mudado com sua família, no final do ano 2018.

Segundo as informações apuradas com testemunhas no local e publicadas pela imprensa Catarinense, um homem tripulando uma moto, parou do lado de Baiano e desferiu 5 tiros a queima roupa. Segundo testemunhas, Jonas teria gritado: "não sou eu", mas mesmo assim foi alvejado covardemente na cabeça.

Segundo o radialista e Diretor da Casa de Cultura Ivo Caggiani, Antônio Carlos Valente, durante o período que morou em Livramento, Baiano sempre demonstrou ser uma pessoa extremamente humana, solícita, educada e gentil. "Confesso que tinha grande apreço e simpatia por sua pessoa. Diáriamente me ajudava, apoiando-me na subida das escadarias da Casa de Cultura. Várias vezes me falou que seu maior sonho era rever e abraçar sua mãe, residente em Salvador, a quem não via a cerca de 10 anos. Infelizmente teve um triste fim o nosso amigo, vítima dessa violência absurda que tomou conta do nosso país. Para a sua fiel e zelosa companheira Lucia Lorena Colombo e à garotinha Milagro, os meus mais sinceros pêsames." Lamentou Valente.


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