Revoltado, pai vai ao encontro de indivíduo que assediou sua filha, em Alegrete


Uma situação chegou à redação. O pai de uma menor falou sobre uma situação constrangedora que a filha passou. A adolescente, de 15 anos, denunciou que há semanas era assediada por um homem. A menor que, também, mora nas proximidades da casa do acusado, falou que sempre que passava em frente ao local de trabalho do indivíduo, localizado no centro, ele a chamava e a convidava para ir na casa dele, dentre outras propostas que a deixavam muito envergonhada.

Esta situação aconteceu por mais de cinco vezes e a menor resolveu falar para a família, além de mudar o trajeto que fazia diariamente para ir à escola. Revoltado, o pai da adolescente foi até o local indicado, mas no dia, não localizou o homem que tem mais de 55 anos. Ele ponderou que por conhecer o indivíduo achou uma falta de respeito e que tomou a atitude de procurá-lo pois assim como sua filha passou por isso, quantas outras meninas não teriam enfrentado algo semelhante. ” Essas situações não podem ficar no anonimato e os pais devem tomar atitudes para evitar o pior. Além da importância da vítima fazer a denúncia, não se calar.” resumiu.

O assédio sexual não é paquera nem elogio. É uma manifestação grosseira, independente da vontade da pessoa a quem é dirigida e que pode ser configurado como crime, dependendo do comportamento do assediador. Em locais públicos ou privados, as vítimas dessas situações podem e devem buscar ajuda de um policial ou segurança do local. Em situações mais complexas onde não há testemunhas, a pessoa deve fazer a denúncia em uma delegacia e abrir um boletim de ocorrência para dar seguimento a investigação. No caso do assédio sexual, o prazo para que a vítima ofereça uma representação contra o ofensor é de seis meses.

Para evitar que a adolescente seja identificada, não foram mencionados alguns outros detalhes.


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